O que é o roteiro
Nas Trilhas dos Potiguaras é o projeto de turismo sustentável do governo da Paraíba para o litoral norte do estado — a terra onde vivem até hoje os índios potiguaras. A espinha dorsal é a BR-101, com saídas para Forte Velho (PB-011), Lucena (PB-027), Baía da Traição (PB-041) e Barra de Camaratuba (PB-061).
São 66 quilômetros de litoral, de Lucena até a barra do rio Guandu, na divisa com o Rio Grande do Norte. Deles, 32 estão dentro de áreas de proteção ambiental — a maior concentração de áreas protegidas do estado.
Vídeo Conheça o Litoral Norte, da TV Câmara João Pessoa, no YouTube. Ele só carrega quando você clica — até lá, nenhum dado seu vai para o YouTube.
Os quatro trechos
- Forte Velho e Lucena — o trecho mais perto da capital, do outro lado do rio Paraíba.
- Barra de Mamanguape e Rio Tinto — estuário, manguezal e a barreira de coral em frente à foz do rio.
- Aldeias e Baía da Traição — o coração do território potiguara.
- Barra de Camaratuba e Sagi — o extremo norte, já na divisa com o Rio Grande do Norte.
A APA do Rio Mamanguape
O nome vem do tupi mamã-gua-pe, algo como “lugar onde se reúne para beber” — e água é o que não falta. A área tem 14.640 hectares entre Rio Tinto, Marcação, Lucena e Baía da Traição: manguezais, lagoas, dunas, falésias, restinga e recifes de arenito colonizados por coral vivo.

Abertos à visitação estão a própria APA, as terras indígenas Potiguara e Jacaré de São Domingos e o Parque Ecológico do Caranguejo-Uçá. Nas aldeias, a visita é em respeito às regras da comunidade — vá com guia local.
Como fazer saindo de João Pessoa
O trecho de Lucena cabe num dia saindo da orla. Baía da Traição e Barra de Mamanguape também, com saída cedo. Camaratuba, no extremo norte, pede pelo menos uma noite na região.
O mais prático é usar João Pessoa como base e fazer o litoral norte em dias separados — a estrutura de hospedagem, restaurante e serviço está toda na capital.







